Este local encantador, que fica à margem direita do Rio Paraíba, e sua história misturam-se a da população pindamonhangabense desde os primórdios da Princesa do Norte. Quantas paixões ali não nasceram? E casamentos que dalí saíram? Assim é o Bosque da Princesa, que já recebeu como visitantes a princesa Isabel Christina de Bragança e o conde D’Eu, sr. Gastão de Orleans, em 1868, que em uma visita à Vila Real de Pindamonhangaba, atendendo a convite do Visconde da Palmeira, o capitão Antônio Salgado da Silva, passaram horas agradáveis no bosque. Certamente que Emílio Zaluar, grande poeta e escritor, que descreveu a beleza de Pindamonhangaba, dando-lhe o título de "Princesa de norte" deve ter visto as belezas do bosque, dele avistado o Rio Paraíba, a Serra da Mantiqueira e se inspirado para escrever maravilhas de nossa terra. Iluminação: Em 09 de julho de 2007, foi inaugurada a iluminação interna, que permitiu que local fique aberto ao público até mais tarde.
Caminhar: Caminhar no bosque é um grande prazer, sua natureza exuberante e sua história caminham conosco. Abaixo vemos o relógio do Sol e a alameda à beira do Rio Paraíba. Diversão: O coreto recebe os visitantes para os eventos e o parque de diversão, garante a alegria das crianças. Biblioteca: A Biblioteca Municipal de Pindamonhangaba, considerada uma das melhores do Estado, também compartilha desta tranquilidade e está ali no cantinho do bosque, com seu grande acervo para oferecer aos visitantes e fazê-los mais conhecedores da nossa história.
São Franciso de Assis: Alí, no meio do maior lago do bosque, fica São Francisco de Assis, abençoando toda esta natureza, sua fauna e flora.
Homenagens: O Bosque da Princesa sempre despertou o olhar atento e carinhoso de todos os seus visitantes. Balthazar de Moreira de Godoy, um dos maiores poetas pindamonhangabense, demonstrou todo o seu amor na poesia "Velho Bosque". Velho Bosque Acha-se o velho bosque. Um Deus amigo Parece que aqui fez o seu abrigo À sombra da ramada hospitaleira.
Eros ou Pan, arrasta-nos consigo E entre uma lenda e uma canção brejeira Nos entretem, durante a tarde inteira, Na doce evocação de um sonho antigo!
Curvam-se os ramos para nos saudar! Há em cada fresta o arco-íris de uma flor E cada tronco que nos vê passar
Como um livro de poemas encantados Conta a singela história de um amor, Num par de corações entrelaçados!
Conclusão: Como na poesia de Balthazar, este é o velho bosque, mais apenas na idade, pois mostra-se conservado, limpo e cada vez mais bonito, encantando seus visitantes. Seu funcionamento é diário, entre 06h00 e 22h00. Seja apenas para descansar, ler um livro, passear ou admirar a natureza, ele te espera. Visite-o!
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